A FESQUA 2026 termina no dia 12 de setembro. Contudo, para a sua empresa, é aí que a feira realmente começa. O valor de um evento como esse não está nos corredores do São Paulo Expo: está no que você faz nos 30 dias seguintes com os contatos, as condições e as ideias que trouxe de lá.
A realidade, porém, é dura: a maior parte dos visitantes guarda a sacola de catálogos em uma gaveta, promete “ver isso depois” e nunca mais toca no assunto. Enquanto isso, o concorrente que fez follow-up na primeira semana fecha a parceria com o fornecedor que vocês dois conheceram no mesmo estande.
A curva do esquecimento pós-feira
Existe um fenômeno previsível depois de qualquer evento: a memória esfria rápido. Na primeira semana, você lembra da conversa, do rosto do vendedor e da condição oferecida. Na terceira, sobra uma vaga lembrança. No dia 30, restam catálogos sem contexto.

O mesmo vale do outro lado do balcão: o expositor atendeu centenas de pessoas. Portanto, quem entra em contato primeiro, citando a conversa da feira, sai da pilha de “visitantes” e entra na lista de “clientes em negociação”. Velocidade, nesse caso, é vantagem competitiva.
O plano de 30 dias, etapa por etapa

Dias 1 a 3: triagem impiedosa
Ainda com a memória fresca, despeje tudo sobre a mesa — catálogos, cartões, fotos e anotações — e separe em três pilhas:
- Fechar: fornecedores e soluções alinhados com os objetivos que você definiu antes da feira;
- Avaliar: interessantes, mas que dependem de cotação, amostra ou visita técnica;
- Descartar: o que não conversa com o seu negócio agora. Jogue fora sem culpa.
Dias 4 a 7: follow-up de quem fecha negócio
Em seguida, envie mensagem para cada contato da pilha “fechar”. Nada de texto genérico: cite a conversa do estande, o produto discutido e peça o próximo passo objetivo — proposta formal, tabela de preços, condição de primeiro pedido. Uma regra simples resolve: nenhum contato quente espera mais de sete dias.
Dias 8 a 20: teste em escala pequena
Fornecedor novo se testa com pedido pequeno. Sendo assim, faça um pedido-piloto, acompanhe prazo, qualidade e atendimento, e simule a margem do novo produto na sua tabela de preços antes de oferecer ao cliente. Novidade que não passa pela conta da margem não entra no portfólio.
Dias 21 a 30: decisão e incorporação
Por fim, feche o ciclo respondendo três perguntas por escrito: o que entrou de novo no meu portfólio? O que mudou no meu processo? O que mudou na minha tabela de preços? Se as três respostas forem “nada”, a viagem foi passeio — e a lição fica registrada para a próxima edição.
Transforme a feira em conteúdo e autoridade
Além dos fornecedores, a feira rende um ativo pouco aproveitado: conteúdo. Fotos de lançamentos, tendências observadas e bastidores da visita alimentam o Instagram e o WhatsApp da sua vidraçaria por semanas. Dessa forma, você se posiciona diante do cliente final como um profissional atualizado, que acompanha o que existe de mais moderno no setor — e isso justifica preço.
Sem registro, não há follow-up
Perceba que todo o plano depende de uma coisa: informação organizada. Contatos espalhados entre bolso, caderno e celular não geram follow-up; geram esquecimento. Da mesma forma, testar a margem de um produto novo exige saber a margem dos atuais. Ou seja: o pós-feira eficiente é, no fundo, um exercício de gestão.
Sua vidraçaria pronta para o próximo nível
Com o Meu Vidraceiro, os produtos novos entram na sua tabela com margem calculada, os pedidos-piloto ficam registrados e você acompanha, número a número, o que a FESQUA 2026 devolveu para o seu caixa. Assim, a feira deixa de ser despesa e vira investimento com retorno medido.
Conheça o Meu Vidraceiro e faça os 30 dias pós-feira valerem mais do que os 4 dias de evento.

