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Furação turbinada

Cada vez mais rápidas e precisas, furadeiras de vidro combinam recursos mecânicos com automação eletrônica de ponta para garantir ganhos em qualidade e produtividade

21/07/2016

Usemak Duplo cabeçote - F 02 Fabricadas com materiais de ponta disponíveis no mercado nacional, as furadeiras da Usemak apresentam estrutura robusta e são revestidas com pintura epóxi, que confere maior vida útil ao equipamento. As máquinas são provi

Em ritmo tão acelerado quanto o do próprio segmento para o qual está voltada, a indústria de máquinas para vidro evidencia, a cada lançamento, que o ajuste fi no entre a mecânica e a eletrônica aplicadas ao equipamento é o grande diferencial das mais avançadas tecnologias desenvolvidas. O exemplo das furadeiras para vidro não é diferente. “Hoje o mercado oferece máquinas totalmente automatizadas, com atributos que conferem conforto e segurança ao operador, somando-se a isso uma signifi cativa melhora na qualidade fi nal do serviço”, avalia Sandra Gorayeb, diretora financeira da fabricante catarinense Vidramaq, especializada em máquinas para vidro plano.

 

 


Segundo a executiva, os modelos hoje disponíveis apresentam funções extremamente avançadas, que têm sido absorvidas de forma gradativa. “O mercado está reagindo de forma tímida, porém com um grau alto de satisfação do usuário”, observa a diretora. De acordo com o gerente comercial da Crismach, Ricardo Aragon, é nas furadeiras com acionamento automático, equipadas com mira a laser, que se encontram as mais avançadas tecnologias do segmento. “A mira tem a função de facilitar a localização do ponto de perfuração, com isso reduzindo o tempo de trabalho e evitando quebras das chapas.

 

 


Acionada por um simples botão, a máquina encarrega-se de fazer o trabalho”, informa o gerente. As primeiras furadeiras para vidro, lembra Wagner Novelli, do departamento de vendas da fabricante Usemak, broca como do vidro.” A seguir, confi ra os diferenciais de alguns modelos oferecidos atualmente no mercado
nacional e internacional.

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