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Arquitetura e Vidro

Caixilhos de vidro integram ambientes em projeto na Capital Paulista

As arquitetas optaram em demolir toda a estrutura existente para executar uma nova planta, mais ampla e arejada

15/11/1946

 

De acordo com as autoras do projeto, as arquitetas Cecilia Reichstul e Clara Reynaldo, o pedido inicial foi uma casa não muito grande, mas que tivesse espaços flexíveis, como uma cozinha que assume o papel de uma sala, e vice-versa. Outra demanda foi a implantação de uma piscina e uma grande área gramada. O antigo imóvel abrigava uma escola de natação, ocupando 100% da área do terreno. Em função disso, as arquitetas optaram em demolir toda a estrutura existente para executar uma nova planta, mais ampla e arejada.

 

 

 

 

O jardim do fundo do terreno surge como elemento de articulação dos espaços da casa. Nele, se voltam os dois ambientes de lazer do térreo, a cozinha/estar e a sala de televisão. Ao longo de toda sua extensão, um painel de Athos Bulcão, ao lado da piscina, presta homenagem à arquitetura modernista brasileira e à cliente, que veio de Brasília e cresceu vendo obras do artista.

 

 

 

Um deck em madeira permeia a área externa da casa, criando uma continuidade da garagem até o fundo do terreno. Além disso, a integração entre a parte de dentro e de fora ocorre por meio do uso de grandes vãos de caixilhos com vidro transparente.

 

 

 

 

No primeiro pavimento, os quartos se voltam para varandas protegidas por um pergolado de madeira, com vista para o jardim interno e para as árvores da rua. Foram utilizadas estruturas metálica como sistema construtivo, lajes secas (painel wall) e alvenarias em dry wall. Estes fatores possibilitaram que a construção ocorresse em apenas oito meses.

 

 

 

Fonte; ArcoWeb

 

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