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Aluvi 2011 confirma crescimento da construção civil na América do Sul

Realizado na Argentina, evento reuniu mais de 117 mil visitantes e expositores de várias partes do mundo

08/06/2016

O estreito e crescente vínculo entre as indústrias do vidro e do alumínio foi evidenciado durante a sexta edição da ALUVI – Exposição Internacional de Vidro e Alumínio, realizada entre os dias 31 de maio e 4 de junho em Buenos Aires, na Argentina. Or

O estreito e crescente vínculo entre as indústrias do vidro e do alumínio foi evidenciado durante a sexta edição da ALUVI – Exposição Internacional de Vidro e Alumínio, realizada entre os dias 31 de maio e 4 de junho em Buenos Aires, na Argentina. Organizada pela Cámara de Vidrio Plano y sus Manufacturas de la República Argentina (CAVIPLAN), em parceria com a Cámara Argentina de la Industria del Aluminio y Metales Afines (CAIAMA), o evento refletiu a importância dos dois setores como fornecedores estratégicos da construção civil, especialmente no segmento residencial.

 


Realizada paralelamente à Batimat Expovenda, evento voltado para toda a cadeia de valor da construção civil, a ALUVI 2011 recebeu mais de 117 mil visitantes no centro de convenções La Rural, onde cerca de 65 expositores, a maioria do mercado internacional, puderam apresentar novidades, lançamentos e as últimas tecnologias ligadas aos dois setores, além de firmar importantes parcerias de negócios. Segundo representantes da CAIAMA, o consumo de alumínio na Argentina tem alcançado os índices mais elevados de sua história. “O consumo per capita, indicador universal do consumo real, está próximo a 5 kg por ano.

O setor da construção na Argentina foi um dos que mais cresceram nos últimos anos, especialmente a partir de 2002, e está também entre os de maior potencial de crescimento, especialmente se comparado com o de países desenvolvidos”, afirma Luiz Costa, presidente da associação.

 


O executivo informa que o consumo de perfis de alumínio no país em 2010 chegou à casa das 38 mil toneladas. A expectativa da ACAMA é que esse consumo acompanhe o crescimento do PIB nacional, o que deverá impulsionar a produção anual de alumínio primário, atualmente da ordem de 500 mil toneladas. “Embora boa parte desta produção se destine à exportação, ela permitirá o desenvolvimento e a fabricação nacional de produtos de maior valor agregado, como sistemas de alumínio para marcenaria, cada vez mais sofisticados e com melhores níveis de desempenho”, completa Costa.

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